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	<description>impressões de um observador</description>
	<pubDate>Mon, 31 May 2010 14:53:27 +0000</pubDate>
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		<title>Show de lançamento do CD Cristina Caetano interpreta Sebastião Tapajós &#38; Parceiros</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 14:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>

		<category><![CDATA[cultura]]></category>

		<category><![CDATA[música]]></category>

		<category><![CDATA[santarém]]></category>

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		<description><![CDATA[
O show no Iate de Clube de Santarém será no dia 4 de junho de 2010.  Estão confirmadas as presenças de Ney Conceição (contrabaixo), Marcelo Bernardes (sax, flauta e flautim), Márcio Jardim (percussão), Célio Vulcão (piano) e Edvaldo Anaice, o Didi (bateria).  E claro, Sebastião Tapajós e Cristina Caetano.  No show o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://plima.bandolo.net/files/2010/05/outdoor2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-629" src="http://plima.bandolo.net/files/2010/05/outdoor2.jpg" alt="" width="300" height="99" /></a></p>
<p>O show no Iate de Clube de Santarém será no dia 4 de junho de 2010.  Estão confirmadas as presenças de Ney Conceição (contrabaixo), Marcelo Bernardes (sax, flauta e flautim), Márcio Jardim (percussão), Célio Vulcão (piano) e Edvaldo Anaice, o Didi (bateria).  E claro, Sebastião Tapajós e Cristina Caetano.  No show o CD estará</p>
<p>Ingressos na Garapeira Ypiranga e na Top CD ou pelo telefone (93)  8111 3643 e (93) 9161 1216</p>
<p>Maiores informações: (93) 9141 0052</p>
<p>Iate Clube de Santarém Rua Vinte e Quatro de Outubro, 3718</p>
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</p>]]></content:encoded>
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		<title>Feira Cultura Digital dos Bairros e Comunidades</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 13:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>

		<category><![CDATA[cultura digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Feira Cultura Digital dos Bairros e Comunidades &#38;


II Encontro de Conhecimentos Livres/ Fórum Amazônico de Cultura Digital

Nos dias 07 a 09 de abril, Santarém vai sediar a primeira Feira Cultura Digital dos Bairros e Comunidades Amazônicas, uma iniciativa do Pontão de Cultural do Tapajós, fruto da parceria entre Projeto Puraqué e Projeto Saúde e Alegria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: medium"><strong>Feira Cultura Digital dos Bairros e Comunidades &amp;<br />
</strong></span></span></span>
</p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>II Encontro de Conhecimentos Livres/ Fórum Amazônico de Cultura Digital</strong></em></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Nos dias 07 a 09 de abril, Santarém vai sediar a primeira </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><strong>Feira Cultura Digital dos Bairros e Comunidades Amazônicas</strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">, uma iniciativa do Pontão de Cultural do Tapajós, fruto da parceria entre <strong>Projeto Puraqué</strong> e <strong>Projeto Saúde e Alegria</strong> - PSA.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span id="more-626"></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">O evento integrará pela primeira vez uma diversidade grande de iniciativas de inclusão e cultura digital que vem sendo realizadas na região, dando-lhes visibilidade e possibilidades de maior apropriação pela população dos conceitos e usos práticos proporcionados pela cultura digital na vida dos cidadãos.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">A feira vai mobilizar cerca de 13 comunidades da chamada Grande Área do Santarenzinho e Maracanã, além de participantes de 10 infocentros do Navegapará, 07 Pontos de Cultura Estaduais, Laboratórios de Informática Educativa da SEMED, 11 telecentros ribeirinhos da Rede Mocoronga do PSA e diversos pontos de cultura de outros estados da Amazônia. </span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Assim, a proposta da feira reúne uma gama de atividades que visam divulgar essas experiências para que a população possa interagir com elas, ampliando seu alcance não somente para quem já tem domínio do assunto, mas para a população em geral. </span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Um espaço no </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Centro de Formação da Paróquia Nossa Senhora do Rosário (antiga ASAT) está sendo preparado para receber o evento, que vai contar com laboratórios multimídia com acesso gratuito à internet sem fio, oficinas de áudio, blog, vídeo, edição gráfica e metareciclagem, cineclubismo, festival de cultura regional, rádio comunitária, debates e rodas de conversa, a feira de economia solidária, jogos e brincadeiras, lançamento da moeda social muiraquitã, encontro sobre relações de gênero e tecnologia e o II encontro do Fórum Amazônico de Cultura Digital, reunindo representantes de diversos estados da Amazônia.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">A variedade de atividades tem o propósito de mostrar como as tecnologias digitais podem ser úteis em diversos aspectos da vida do cidadão, favorecendo o aprendizado e o compartilhamento de conhecimentos, buscando desmistificar o uso da tecnologia, que deve passar a ser entendida como ferramenta para promover mudanças sociais.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">A Cultura Digital baseia-se em processos educativos em rede, valorizando as realidades locais, e os conhecimentos tradicionais associados a processos e conhecimentos globais e contemporâneos, utilizando principalmente as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs. Busca fomentar redes sociais e culturais que visem a transformação social e política, a autonomia nas comunidades, a geração e partilha de recursos através da economia solidária. A Feira será um grande laboratório dessa visão e das experiências que já vem acontecendo em nossa região.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>Da periferia ao centro através da inclusão digital</strong></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">A grande região do Santarenzinho e Maracanã, criados principalmente a partir de ocupações desordenadas, concentram hoje cerca de 60 mil habitantes. A região é considerada periferia da cidade de Santarém, com um baixo IDH, e tem em comum, problemas como altos índices de violência, saneamento precário e falta de acesso à vários serviços sociais básicos. Mas esta região vem buscando mudar essa imagem, com a presença de diversos movimentos sociais, grupos culturais e esportivos, políticas públicas de inclusão digital e associações comunitárias.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Desde o início de 2009, com a instalação de um núcleo do Projeto Puraqué e a revitalização da Casa Brasil, a região também passou a protagonizar experiências bastante positivas de inclusão digital, trazendo melhores oportunidades de desenvolvimento saudável, especialmente aos adolescentes e jovens.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Boa parte dos moradores dessas regiões, também são oriundos de comunidades ribeirinhas, pessoas que migraram para a cidade em busca de dias melhores. O evento vai proporcionar também o intercâmbio com as comunidades ribeirinhas onde a inclusão digital já chegou com o apoio do Projeto Saúde e Alegria. Na bagagem eles vão trazer, além de experiência, vídeos produzidos nos seus telecentros mostrando a realidade ribeirinha. Essa integração será útil para pensar a realidade de uma forma crítica e consciente, buscando sempre a qualidade de vida.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>II Encontro do Fórum Amazônico de Cultura Digital</strong></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Presentes na Feira estarão ativistas de cultura digital vindos de diversos pontos de cultura de pelo menos 04 estados da amazônia. O objetivo é continuar o processo de articulação permanente com o uso das ferramentas da internet para discussões sobre políticas públicas, projetos, desafios e trocas de experiências, criando um espaço aberto de discussão que dê visibilidade às questões peculiares sobre como fazer cultura digital na Amazônia.</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>Saiba mais sobre as atividades da Feira:</strong></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>CyberChibé: </strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><span style="font-weight: normal">montagem 	de </span></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">um </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><strong>laboratório 	multimídia</strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"> metareciclado aberto à comunidade, com acesso gratuito à internet 	e orientação para experimentação (criação de email, pesquisas, 	bate-papo). Através de um Ponto de acesso do Navegapará, será 	disponibilizado conexão wi-fi livre onde pessoas com celulares e 	computadores poderão conectar gratuitamente;</span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Montagem 	de </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><strong>produtora 	multimídia de cultura popular</strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">, 	onde serão experimentadas a produção de áudio, vídeo e 	editoração gráfica para valorizar os talentos culturais da 	região; </span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><strong>Festival 	de Cultura Popular</strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">, 	contando com um palco com estrutura de som e luz onde serão 	apresentadas manifestações artísticas com cantores, poetas, 	grupos de teatro, bandas alternativas e grupos folclóricos;</span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><strong>Rádio 	Comunitária, </strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">com 	a elaboração de programação informativa durante a feira, 	difundida no local e via web-rádio;</span></span></span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><strong>Rodas 	de Conversa, e</strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">spaço 	aberto para debates e palestras sobre Cultura Digital, Encomia 	Solidária, Fórum Social Panamazônico, Relações de Gênero e 	tecnologia;</span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><strong>Feira 	da Economia Solidária onde serão </strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">realizadas 	trocas e vendas de produtos, desde objetos eletrônicos usados, até 	artesanato, quitutes, vestuário, remédios caseiros, etc;</span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><strong>Jogos 	e brincadeiras, </strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">uma 	mistura entre jogos digitais e brincadeiras analógicas, um espaço 	para jogos em rede e uma brinquedoteca para que as crianças menores 	possam se divertir também sem computador, como brincadeiras de 	roda, macaca, pular corda, pebolim, tênis de mesa, etc;</span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>Lançamento 	da Moeda Social Muiraquitã. </strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="font-weight: normal">t</span></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><span style="font-weight: normal">odos 	os dias haverão sorteios de pendrives através de canhotos que 	poderão ser adquiridos com o Crédito Social Muiraquitã, que pode 	ser obtido trocando por garrafas pet, como uma forma de estimular as 	pessoas a praticarem uma nova lógica econômica solidária, baseada 	na preservação do meio ambiente, e no último dia será sorteado 	um computador;</span></span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><strong>II 	Encontro de Conhecimentos Livres</strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small">, 	onde estarão presentes representantes de Pontos de Cultura vindos 	de diversos estados da Amazônia, para fortalecer o </span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><strong>Fórum 	Amazônico de Cultura Digital;</strong></span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>SERVIÇO:</strong></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>Local: </strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="font-weight: normal">Centro de Formação da Paróquia N. Sra. Do Rosário (Antiga ASAT), na avenida Olavo Bilac, esquina com a Tomé de Souza, Bairro Santarenzinho.</span></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000080"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline"><a href="http://www.redemocoronga.org.br/" target="_blank"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="font-weight: normal">www.redemocoronga.org.br</span></span></span></a></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000080"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline"><a href="http://www.puraque.org/" target="_blank"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="font-weight: normal">www.puraque.org</span></span></span></a></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000080"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline"><a href="http://www.casabrasilstm.wordpress.com/" target="_blank"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="font-weight: normal">www.casabrasilstm.wordpress.com</span></span></span></a></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;font-weight: normal">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>Contatos: </strong></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;font-weight: normal">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>Projeto Puraqué: </strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="font-weight: normal">30635864</span></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;font-weight: normal"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">Jader Gama: 91930537</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000080"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline"><a href="mailto:gama.puraque@gmail.com" target="_blank"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="font-weight: normal">gama.puraque@gmail.com</span></span></span></a></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;font-weight: normal">
<p style="margin-bottom: 0cm;font-weight: normal"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">Tarcisio Ferreira: 91419681</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000080"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline"><a href="mailto:tarcisio.puraque@gmail.com" target="_blank"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="font-weight: normal">tarcisio.puraque@gmail.com</span></span></span></a></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;font-weight: normal">
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>Projeto Saúde e Alegria:</strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="font-weight: normal"> 30678000</span></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;font-weight: normal"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">Fábio Pena: 91529662</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000080"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline"><a href="mailto:fabinho@saudeealegria.org.br" target="_blank"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="font-weight: normal">fabinho@saudeealegria.org.br</span></span></span></a></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;font-weight: normal">
<p style="margin-bottom: 0cm;font-weight: normal"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">Paulo Lima: 91494801</span></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm"><span style="color: #000080"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline"><a href="mailto:plima@saudeealegria.org.br" target="_blank"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small"><span style="font-weight: normal">plima@saudeealegria.org.br</span></span></span></a></span></span></span></p>
<p class="akst_link"><a rel="nofollow" href="http://plima.bandolo.net/?p=626&amp;akst_action=share-this"  title="E-mail this, post to del.icio.us, etc." id="akst_link_626" class="akst_share_link">Share This</a>
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		<title>Fórum Amazônico: cultura digital para o resgate da cultura tradicional</title>
		<link>http://plima.bandolo.net/2009/12/29/forum-amazonico-cultura-digital-para-o-resgate-da-cultura-tradicional/</link>
		<comments>http://plima.bandolo.net/2009/12/29/forum-amazonico-cultura-digital-para-o-resgate-da-cultura-tradicional/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 20:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>

		<category><![CDATA[cultura digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://plima.bandolo.net/?p=622</guid>
		<description><![CDATA[Do blog Trezentos
Paulo Lima é um dos coordenadores do Pontão de Cultura Digital do Tapajós e também de uma rede de telecentros ribeirinhos nos rios Tapajós e Arapiuns, no oeste do Pará. Historiador por formação e professor na área de jornalismo online em Santarém, ele é um dos articuladores do Fórum Amazônico de Cultura Digital, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do blog <a href="http://www.trezentos.blog.br/?p=3739" target="_blank">Trezentos</a></p>
<p>Paulo Lima é um dos coordenadores do Pontão de Cultura Digital do Tapajós e também de uma rede de telecentros ribeirinhos nos rios Tapajós e Arapiuns, no oeste do Pará. Historiador por formação e professor na área de jornalismo online em Santarém, ele é um dos articuladores do Fórum Amazônico de Cultura Digital, que está representada aqui na rede culturadigital.br por um <a href="http://culturadigital.br/groups/forum-amazonico-de-cultura-digital">grupo de discussão</a> que reúne 33 pessoas.</p>
<p>A proposta do Fórum, criado no I Encontro de Conhecimentos Livres do Pontão de Cultura Digital do Tapajós, é contribuir com a discussão e o avanço de ações de cultura digital nas características específicas da região. “São longas distâncias, muita dificuldade de infra-estrutura, isolamento e dificuldades com acesso à internet, que justificaram a criação desse espaço, para que o Brasil tenha como conhecer melhor nossa realidade”, explica Paulo. Em entrevista por email reproduzida abaixo, ele conta um pouco do trabalho feito por lá.</p>
<p><span id="more-622"></span></p>
<p><strong>1) O que é o Fórum Amazônico de Cultura Digital?</strong></p>
<p>O Fórum Amazônico de Cultura Digital foi criado no I Encontro de Conhecimentos Livres do Pontão de Cultura Digital do Tapajós. Foi criado por representantes de Pontos e Pontões de Cultura, Telecentros, Infocentros e ativistas da cultura digital e do software livre. A idéia é contribuir com a discussão e o avanço de ações de cultura digital nas características específicas da Amazônia. O Fórum foi criado por entidades do Pará, Roraima e Amazonas. Mas não é um Fórum fechado, a proposta é somar, atrair mais parceiros e fazer com que nossas questões sejam melhor debatidas e consideradas na formulação das políticas públicas.</p>
<p><strong> 2) Nos eventos presenciais, que tipo de experiências foram trocadas?</strong></p>
<p>Nós temos trocado experiências de oficinas diversas entre os Pontos e Pontões de cultura. São oficinas de tratamento de áudio e vídeo para registro da memória cultural das comunidades tradicionais, manejo de câmera e noções de fotografia e produção audiovisual.</p>
<p><strong>3) Como usar a cultura digital, as novas tecnologias para promover a identidade cultural regional?</strong></p>
<p>A cultura digital traz para a recuperação e promoção da cultura tradicional o jovem que até então não se interessava por ela. A banalização da produção cultural das televisões influencia negativamente a formação do jovem que vê a cultura do seu entorno como retrógrada ou atrasada. Quando ele se torna capaz de estimular essa cultura tradicional, como quem filma, edita e distribui na internet, ele passa a olhar de forma diferente essa cultura tradicional.</p>
<p><strong>4) E como é trabalhar com cultura digital driblando os problemas de infraestrutura como alto preço da banda larga, problema de conectividade, falta de acesso</strong></p>
<p>Essa é a parte mais difícil. Sem energia disponível, com dificuldades na formação educacional dos jovens, longas distâncias e pouco recurso disponível, só contando com muita disposição e criatividade. O fundamental aqui é promover parcerias, vincular projetos e fortalecer ações, por isso o Fórum Amazônico de Cultura Digital é tão importante.</p>
<p><strong>5) A quem é destinado o grupo de discussão Fórum Amazônico de Cultura Digital criado no culturadigital.br? Como as pessoas que estão longe geograficamente podem participar? Que tipo de contribuições são esperadas?</strong></p>
<p>O Fórum é destinado a todos e todas que participam em ações de cultura na Amazônia. Por aqui existe uma demanda muito forte por comunicação e participação. Isso no sentido de quebrar a barreira da invisibilidade de nossa cultura e tradição ribeirinha, caboclo, quilombola e indígena. Todos podem participar. O Fórum irá reunir informações sobre as atividades de cultura digital em nossa região, oportunidades de capacitação, de projetos, de iniciativa e, claro, é um espaço de pressão para o reconhecimento da força de nossa cultura.</p>
<ul>
<li><a href="http://culturadigital.br/groups/forum-amazonico-de-cultura-digital">Participe do grupo de discussão sobre o Fórum Amazônico no Fórum da Cultura Digital Brasileira</a></li>
</ul>
<ul>
<li> <a href="http://http//www.culturadigital.br/plima/2009/11/06/carta-de-santarem-%E2%80%93-forum-amazonico-de-cultura-digital/">Carta de Santarém: propostas para a região</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Em CD, Cristina Caetano e Sebastião Tapajós</title>
		<link>http://plima.bandolo.net/2009/12/10/em-cd-cristina-caetano-e-sebastiao-tapajos/</link>
		<comments>http://plima.bandolo.net/2009/12/10/em-cd-cristina-caetano-e-sebastiao-tapajos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 19:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>

		<category><![CDATA[música]]></category>

		<category><![CDATA[santarém]]></category>

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		<description><![CDATA[Começamos a escrever o projeto em fevereiro desse ano. Agora, em dezembro, tudo confirmado! Vem aí um belo CD com a voz da Cristina e excelentes músicos, sob a condução do Sebastião Tapajós.
Direto do Blog do Jeso
A MRN (Mineração Rio do Norte) vai patrocinar o projeto “Cristina Caetano interpreta Sebastião Tapajós &#38; Parceiros”.
O CD que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começamos a escrever o projeto em fevereiro desse ano. Agora, em dezembro, tudo confirmado! Vem aí um belo CD com a voz da Cristina e excelentes músicos, sob a condução do Sebastião Tapajós.</p>
<p>Direto do <a href="http://www.jesocarneiro.com">Blog do Jeso</a></p>
<p>A MRN (<a href="http://www.mrn.com.br/index_1024.htm" target="_blank">Mineração Rio do Norte</a>) vai patrocinar o projeto “Cristina Caetano interpreta Sebastião Tapajós &amp; Parceiros”.</p>
<p>O CD que unirá o prestigiado violão de Tapajós à voz de uma das revelações da música popular do oeste paraense deve entrar em produção no primeiro trimestre de 2010.</p>
<p>- O CD será gravado em Belém. Esperamos estar com ele nas mãos em junho do ano que vem – revela a cantora Cristina Caetano (<em>foto</em>).</p>
<p>A artista explica que a idéia nasceu há oito anos.</p>
<p>- Eu já freqüentava a casa dele em Santarém, mas, quando fizemos um show juntos em Porto Trombetas, em 2005, estreitamos nossa amizade e ele começou a me mostrar algumas músicas inéditas, feitas em parceria com o Billy Blanco, que é paraense e se tornou uma das expressões da Bossa Nova. Eu adorei as músicas e lançou a idéia de gravarmos um CD com composições dele e de alguns parceiros – explica.</p>
<p>De lá pra cá, Cristina transformou a idéia em projeto. Em seguida, veio a aprovação pelo Ministério da Cultura, via lei Rouanet. A etapa seguinte, o patrocínio para viabilizar o projeto, que conta agora com a parceria da MRN.</p>
<p>- É essencial apoiar projetos como esse, que visam promover e difundir a cultura regional, garantindo acesso democrático da população à produção cultural da região. Esse objetivo está alinhado com nossa política de responsabilidade social e nossa atuação na área cultural – ressalta o gerente de Relações Comunitárias da MRN, José Haroldo Paula.</p>
<p>Ao longo desses oito anos, a intérprete também se encarregou de tornar seu nome conhecido na região. Participou de diversos shows e festivais, chegando a receber prêmios de artista revelação em Belém.</p>
<p>- Acho que o esforço de todos esses anos culminou com a viabilidade desse sonho. Minha identidade como cantora vai ser definida a partir desse CD – avalia.</p>
<p>Além do violão de Sebastião Tapajós e da voz de Cristina, o projeto contará com nomes de destaque no cenário musical paraense e nacional.</p>
<p>O jovem violonista Fagner Viana, o Derek, o baixista Nei Conceição, o pianista Célio Vulcão, o percussionista Dadadá e o flautista e clarinetista carioca, Marcelo Bernardes. A seleção dos músicos e das músicas, assim como toda a produção do CD, leva a assinatura de Sebastião Tapajós.</p>
<p>No repertório do disco, uma equilibrada mistura de ritmos brasileiros: carimbó, samba, música regional, choros e algumas parcerias de Sebastião Tapajós com Billy Blanco, Antônio Carlos Maranhão e Avelino do Valle.</p>
<p>Distribuição</p>
<p>O projeto de distribuição do CD prevê uma estratégia democrática de acesso da população local ao trabalho. Serão utilizadas redes dos pontos de cultura, pontões de cultura digital, secretarias de cultura, universidades e espaços públicos de disseminação da cultura nos municípios do estado. Das 1.500 cópias, 600 serão destinadas a esses locais. O restante dos discos será destinado à venda, no valor de R$ 10,00.</p>
<p>A internet terá papel central na difusão do produto cultural. As músicas serão disponibilizadas na internet para audição. Além disso, os artistas estudam juntos aos parceiros as opções de licenciamento usando Creative Commons – uma licença de direito autoral em que a música é compreendida como bem comum e, portanto, público.</p>
<p>- A intenção é que duas músicas tenham acesso livre. As pessoas poderão baixar direto do site e reproduzi-las livremente, desde que não haja finalidade comercial – explica Cristina.</p>
<p>MRN e Cultura</p>
<p>A MRN patrocinará integralmente o projeto, investimento quase R$ 100 mil na iniciativa. Este é o segundo projeto da região patrocinado pela MRN via incentivo fiscal da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura. Em 2008, a empresa passou a ter acesso aos incentivos fiscais na área cultural e, ainda no ano passado, apoiou o projeto Reproduções e Réplicas de Prédios Históricos de Santarém, desenvolvido pelas Faculdades Integradas do Tapajós (FIT).</p>
<p>Fonte: MRN</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Para acompanhar a Cop 15</title>
		<link>http://plima.bandolo.net/2009/12/07/para-acompanhar-a-cop-15/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 17:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>

		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>

		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[
.
A dica é o blog da Juliana Radler, jornalista especialista em meio ambiente e que está por lá!
http://copenhage2009.blogspot.com/
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://plima.bandolo.net/files/2009/12/cop1j.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-615" src="http://plima.bandolo.net/files/2009/12/cop1j.jpg" alt="" width="165" height="220" /></a></p>
<p>.</p>
<p>A dica é o blog da Juliana Radler, jornalista especialista em meio ambiente e que está por lá!</p>
<p><a href="http://copenhage2009.blogspot.com/" target="_blank">http://copenhage2009.blogspot.com/</a></p>
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		<title>Santarém se prepara para o V Fórum Social Pan Amazônico</title>
		<link>http://plima.bandolo.net/2009/12/04/santarem-se-prepara-para-o-v-forum-social-pan-amazonico/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 19:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>

		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>

		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[
Povos unidos para o 5º Fórum Social Pan-Amazônico

Entre os dia 18 e 20 de novembro, reuniu-se na cidade paraense de Santarém o Conselho do Fórum Social Pan-Amazônico. O objetivo destes dias de trabalho era o de organizar a caminhada rumo ao 5º Fórum Social Pan-Amazônico, que acontecerá nesta mesma cidade em novembro de 2010. Publicamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://plima.bandolo.net/files/2009/12/fspa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-612" src="http://plima.bandolo.net/files/2009/12/fspa.jpg" alt="" width="152" height="160" /></a></h3>
<h3>Povos unidos para o 5º Fórum Social Pan-Amazônico</h3>
<p class="resumo">
<p>Entre os dia 18 e 20 de novembro, reuniu-se na cidade paraense de Santarém o Conselho do Fórum Social Pan-Amazônico. O objetivo destes dias de trabalho era o de organizar a caminhada rumo ao 5º Fórum Social Pan-Amazônico, que acontecerá nesta mesma cidade em novembro de 2010. Publicamos aqui a carta produzida pelos participantes deste encontro.</p>
<p>Diante do descalabro promovido pelo “desenvolvimento” no bioma amazônico, diante dos riscos de escala mundial implicados pela agressão constante e feroz à floresta, aos rios, à biodiversidade e às populações da Amazônia, a luta pela defesa de sua gloriosa natureza se fortalece.</p>
<p><span id="more-609"></span><br />
Não estão neste processo apenas brasileiros, e sim também todos os e as que participam da grande Amazônia, a Pan-Amazônia. Participam do FSPA os povos do Peru, do Equador, da Bolívia, da Colômbia, da Venezuela, do Suriname, da Guiana e da Guiana ainda colonizada pela França.</p>
<p>Organizar mais esta edição do Fórum Social Pan-Amazônico é um compromisso da Fase Amazônia e todas as outras organizações e os povos amazônicos com a manutenção da vida na região. Leia a carta e saiba o que está em pauta nas discussões do 5º FSPA.</p>
<div style="text-align: center;font-weight: bold">RUMO AO V FÓRUM SOCIAL PAN-AMAZÔNICO (25 a 29/11/2010)</div>
<p>Atendendo mais uma vez ao chamado da Mãe Terra, nós, povos das florestas, dos lavrados, dos rios, das cidades, dos quilombos, dos afro-descendentes, dos povos indígenas e camponeses e das organizações e movimentos sociais panamazônicos do Brasil, Peru, Estado Plurinacional de Equador, Estado Plurinacional de Bolívia, Colômbia, República Bolivariana da Venezuela, República Cooperativa da Guiana, Suriname e Guiana, estamos novamente reunidos para defendê-la, mostrando nossa força, coragem e determinação.</p>
<p>No mundo inteiro o capitalismo polui o ar com centenas de produtos tóxicos, degradando o clima a níveis insuportáveis; transforma o corpo e a força de trabalho de homens e mulheres em meras mercadorias; explora e acaba com a vida e os sonhos de crianças e jovens. Na região Panamazônica, este projeto está exemplificado pela exploração mineral de extensas áreas, deixando como resultado a destruição do solo e o aumento da pobreza e da violência; pelo barramento dos rios para a construção de gigantescas hidrelétricas e hidrovias, expulsando indígenas e ribeirinhos de suas terras ancestrais e incrementando o enriquecimento de empreiteiras e empresas eletro-intensivas, nacionais e transnacionais; pelo desenvolvimento do agronegócio, expropriando milhares de camponeses e camponesas, comunidades quilombolas, impedindo a soberania e segurança alimentar da população e ampliando a acumulação dos latifundiários. Além disso, sofremos as ameaças do imperialismo norte-americano e a presença anacrônica do colonialismo francês na Guiana, que constroem bases militares e enviam tropas estrangeiras para a nossa região.</p>
<p>Hoje, sentindo a reação cada vez maior das lutadoras e lutadores, guerreiras e guerreiros, ao projeto de eliminação da natureza e dos seres humanos, os capitalistas adotaram a estratégia covarde de punir os protestos sociais e a todos aqueles e aquelas que ousam se posicionar contra este projeto. Para isso, utilizam seus veículos de comunicação para criminalizar as organizações, movimentos sociais, populações indígenas e defensores e defensoras dos direitos humanos, tendo como aliados amplos setores do judiciário, do legislativo e dos governos.</p>
<p>Para fazer frente a essa realidade ameaçadora, chamamos todos os povos da Pan-Amazônia a construírem o V Fórum Social Pan-Amazônico, que será realizado em novembro de 2010, em Santarém, na Amazônia brasileira. O V FSPA deverá ser fruto de um processo que inclui os Encontros Sem Fronteiras (ESF), Encontros Regionais (ER), Encontro das Populações Atingidas pelas Barragens; Encontro de Mulheres panamazônicas; jornadas de lutas e mobilizações. Nele expressaremos nossa firme vontade de defender a Mãe Terra e nossos territórios. Reivindicaremos o poder para os povos da Pan-Amazônia, celebrando alianças e afirmando a força de nossas múltiplas culturas. Ao mesmo tempo, discutiremos plataformas de luta, planos de mobilização e alternativas anticapitalistas, nas quais os estados plurinacionais e o “Buen Vivir” são um bom exemplo.</p>
<p>A Mãe Terra está chamando todos a construir o V FSPA.</p>
<div style="text-align: center;font-weight: bold">VIVA A RESISTÊNCIA PAN-AMAZÔNICA - VIVA O V FSPA</div>
<p>Santarém/Brasil, 20 de novembro de 2009<br />
Conselho Internacional do Fórum Social Pan-Amazônico</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Manifesto da cultura digital brasileira</title>
		<link>http://plima.bandolo.net/2009/11/16/manifesto-da-cultura-digital-brasileira/</link>
		<comments>http://plima.bandolo.net/2009/11/16/manifesto-da-cultura-digital-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:32:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[cultura digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Cultura Digital Brasileira
A liberdade é essência e aspiração
Rogério Duprat. 1963 + Damiano Cozzella.
Num IBM 1620 da Escola Politécnica da USP
(música + academia) = Klavibm II
Cibernética + Bossa Nova + Cultura Pop
Informações em rede antes da rede
Tropicália = O direito à tecnologia, ao universal
A música da bahia, onde o Brasil principia
“Se segura milord aí que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cultura Digital Brasileira</strong><br />
<em>A liberdade é essência e aspiração</em></p>
<p>Rogério Duprat. 1963 + Damiano Cozzella.<br />
Num IBM 1620 da Escola Politécnica da USP<br />
(música + academia) = Klavibm II<br />
Cibernética + Bossa Nova + Cultura Pop<br />
Informações em rede antes da rede<br />
Tropicália = O direito à tecnologia, ao universal</p>
<p>A música da bahia, onde o Brasil principia<br />
“Se segura milord aí que o mulato baião<br />
(tá se blacktaiando)<br />
Smoka-se todo na estética do arrastão”</p>
<p><span id="more-607"></span></p>
<p>Oswald redivivo, no fluxo atemporal da cultura<br />
Contra o (neg)ócio<br />
O (sacerd)ócio<br />
A favor do ócio<br />
E da política da afetividade<br />
Roteiros, roteiros, roteiros, roteiros, roteiros, roteiros, roteiros, roteiros, roteiros</p>
<p>A obra digital não se realiza plenamente<br />
Conceber é realizar</p>
<p>Computador = máquina de calcular,<br />
de processar,<br />
de comunicar<br />
y de telecomunicar.</p>
<p>Computadores fazem arte<br />
Artistas, dinheiro</p>
<p>Gilberto Gil no espelho<br />
A Luz no retrovisor<br />
<em>A liberdade é essência e aspiração</em></p>
<p>Erro = venture capital<br />
que a luta pela acumulação de bens materiais<br />
Já não será preciso continuar<br />
A luta pela acumulação de bens materiais<br />
Já não será preciso continuar</p>
<p>A economia do verbo, do verso:<br />
A crise do dinheiro que não cria riqueza<br />
A rede é firmeza e produz valor<br />
A rima vem pelo meio<br />
Rasgando da ponta para o centro<br />
Carrega o discurso do extremo</p>
<p>O passado:<br />
a pilhagem do bem comum<br />
o desmonte da coletividade<br />
O presente:<br />
a reconstrução do comum<br />
uma sociedade de comunidades</p>
<p>Planetária<br />
Igualitária<br />
Libertária<br />
Horizontal</p>
<p>Abundância gera abundância</p>
<p><em>A liberdade é essência e aspiração</em></p>
<p>A internet<br />
A World Wide Web<br />
big science + pesquisa militar + cultura libertária</p>
<p>Cartografia 1:1<br />
Caminhos que se bifurcam y se bifurcam y se bifurcam<br />
É preciso fazer o upload do acervo tombado para o ciberespaço tombado<br />
Bibliotecas de corredores infinitos y livros infinitos<br />
A história da humanidade<br />
Cria líquida da ultramodernidade</p>
<p>Nômades e Neoprimitivos<br />
Jamais fomos modernos</p>
<p>Chip = LSD<br />
A mente expandida<br />
Coletiva<br />
Multidões inteligentes<br />
A criar, a criar, a criar, a criar, a criar.<br />
O artista é o cidadão que é o artista<br />
Eu crio, tu crias, ele cria.<br />
Nós criamos. Vós criais.</p>
<p><em>A liberdade é essência e aspiração</em></p>
<p>Acesso, acesso, acesso, acesso, acesso, acesso, acesso, acesso, acesso<br />
Banda Larga Pública para o povo,<br />
Na Lanhouse do Saboeiro<br />
No telecentro de São Gabriel da Cachoeira<br />
Conexão na casa do mestiço<br />
Computador X televisão</p>
<p>A luta pela fala dos expropriados<br />
Na África, na Ásia, na América do Sul<br />
A mesma condição de interação<br />
E vamos ver quem samba na navalha!</p>
<p>A tecnologia é a sociedade<br />
E vice-versa, sem determinismo</p>
<p><em>A liberdade é essência e aspiração</em></p>
<p>Soluções para a aventura humana<br />
Processos de formação P2P:<br />
Redes distribuídas</p>
<p>Somos tod@s piratas –<br />
O estado-corsário (na aliança pelo saque)<br />
Na mesma nau sem rumo<br />
Distribuição da dádiva.</p>
<p>A propriedade é um roubo.</p>
<p>Software livre<br />
GNU &gt; Acrônimo recursivo<br />
Copyleft<br />
Sai pra lá.</p>
<p>A contribuição milionária de todos os plágios<br />
Que derrubem o altar da genialidade<br />
Sacrifiquem a originalidade<br />
E deixem o autor em seu lugar.</p>
<p>A essência é a recombinação<br />
A colaboração<br />
O remix<br />
A ubiquidade</p>
<p>Live<br />
Espaço-tempo alterado<br />
<em>Onde</em> devo clicar,<br />
participar,<br />
opinar,<br />
y <em>quando</em> devo contemplar,<br />
ouvir,<br />
simplesmente absorver?</p>
<p>O Brasil é uma virtualidade<br />
o mundo se virtualizou<br />
Encontrou-nos prontos pra ele<br />
Bora lá…</p>
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</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Carta de Santarém – Fórum Amazônico de Cultura Digital</title>
		<link>http://plima.bandolo.net/2009/11/06/carta-de-santarem-%e2%80%93-forum-amazonico-de-cultura-digital/</link>
		<comments>http://plima.bandolo.net/2009/11/06/carta-de-santarem-%e2%80%93-forum-amazonico-de-cultura-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>

		<category><![CDATA[cultura digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://plima.bandolo.net/?p=604</guid>
		<description><![CDATA[Carta de Santarém – Fórum Amazônico de Cultura Digital
Os Pontos e Pontões de Cultura, Telecentros, Infocentros, Casa Brasil e núcleo de informática educativa, reunidos no I Encontro de Conhecimentos Livres no Pontão de Cultura Digital do Tapajós, em Santarém, nos dias 4 a 6 de novembro de 2009, tem por consenso, as seguintes propostas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm" align="center"><span style="font-family: verdana,sans-serif"><strong>Carta de Santarém – Fórum Amazônico de Cultura Digital</strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Os Pontos e Pontões de Cultura, Telecentros, Infocentros, Casa Brasil e núcleo de informática educativa, reunidos no I Encontro de Conhecimentos Livres no Pontão de Cultura Digital do Tapajós, em Santarém, nos dias 4 a 6 de novembro de 2009, tem por consenso, as seguintes propostas para a implementação de uma política pública de incentivo às ações de cultura digital na Amazônia.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Considerando que  a Cultura digital é um conceito novo e que parte da idéia de que a revolução das tecnologias digitais é, em essência, cultural. O impacto que ressaltamos é que a tecnologia digital muda os comportamentos e que o uso pleno da internet e do software livre cria fantásticas possibilidades de democratizar os acessos à informação e ao conhecimento. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">A cultura digital  maximiza os potenciais dos bens e serviços culturais, amplifica os valores que formam o nosso repertório comum e, portanto, a nossa cultura, e potencializam também a produção cultural, criando inclusive novas formas de arte. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">A Amazônia, contudo, merece uma atenção diferenciada, do porte das suas dimensões e do investimento necessário para incluir sua população, hoje em grande déficit de políticas de fomento a cultura digital.  Para mitigar e iniciar um processo de transformação em nossa região é preciso:</span></p>
<ol>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Que 	se amplie e dissemine o debate com toda sociedade civil visando 	construir consenso para avançar na  implementação  de  marcos  	regulatórios e de  políticas  públicas que assegurem a 	sustentabilidade e permanência de iniciativas de cultura digital. 	Isso vai superar os obstáculos que se interpõem num contexto de 	descontinuidades geradas pelas mudanças de gestão; </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Que 	os diversos programas sociais e políticas públicas, voltados para 	assistência social, criança e adolescente, inserção   produtiva, 	 educação  de  jovens  e  adultos tenham como um de seus 	componentes as ações de cultura digital; </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Uma 	política pública que assegure a qualidade da banda de internet 	disponível e estimule a redução significativa dos preços de 	conexão à Internet, tanto para o usuário final como para os 	provedores locais de serviços de Internet; </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Assegurar recursos públicos e um 	marco legal habilitador para a implementação de estratégias de 	municípios digitais que contemplem projetos de cultura digital 	públicos e gratuitos como redes de conexão à internet 	comunitárias, telecentros comunitários e conexões compartilhadas; </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Que 	se assegure iguais oportunidades de acesso aos pontos de presença 	das espinhas dorsais em cada município, tanto para provedores  de 	serviços locais  como  para iniciativas de inclusão e cultura 	digital,  bem   como   garantia legal que esses pontos   de cultura, 	telecentros e infocentros, tenham banda de alta disponibilidade à 	medida que expandam sua utilização no município; </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Que 	as iniciativas de cultura digital se aliem a um verdadeiro processo 	de democratização dos meios de comunicação, reconhecendo e 	incrementando as rádios comunitárias; </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Que 	as iniciativas de cultura digital assegurem uma gestão 	participativa das comunidades onde estão localizadas e que este 	seja um critério preponderante nos editais públicos; </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Fortalecer 	e incentivar iniciativas de cultura digital que promovam as línguas, 	os dialetos, as identidades culturais, regionais e étnicas; </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Que 	os ambientes de cultura digital estejam de acordo com a legislação 	vigente no país e acordos internacionais que tratam a questão da 	acessibilidade, garantindo às pessoas  com deficiência o acesso 	aos bens e serviços públicos; </span></p>
</li>
</ol>
<ol>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Implementar 	  ações   eficazes   junto  aos pontos de cultura, telecentros e 	infocentros, trabalhando  de  forma crítica e construtiva o tema da 	conscientização socio­ambiental; </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Incentivo 	a iniciativas de cultura digital relacionadas à formação, 	produção e compartilhamento de informação, conteúdo e de 	conhecimento; </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Que 	as políticas públicas de cultura digital incluam as questões de 	gênero, raça, LGBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros), 	os povos indígenas, quilombolas, áreas de preservação ambiental, 	assentamentos rurais, associações de bairros e as comunidades de 	pescadores; </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Que 	os projetos de cultura digital e programas de expansão de 	conectividade e infra­estrutura lógica fomentados pela esfera 	pública cheguem às regiões remotas e isoladas, bem como 	localidades de baixa densidade populacional; </span></p>
</li>
</ol>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Por fim, nos dispomos a articular/construir o Fórum Amazônico de Cultura Digital, constituído por todos os atores sociais que atuem na área e que desejem integrar esse espaço aberto, democrático e de inclusão, procurando ampliar nossa rede aos países e comunidades no âmbito do Tratado de Cooperação Pan-Amazônico.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm" align="right"><span style="font-family: verdana,sans-serif">Santarém, 06 de novembro de 2009</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Rádio Cultura do Pará em ondas tropicais volta ao ar!</title>
		<link>http://plima.bandolo.net/2009/10/05/radio-cultura-do-para-em-ondas-tropicais-volta-ao-ar/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>

		<category><![CDATA[rádios]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Redação
Secretaria de Comunicação

Rádio Cultura do Pará é  ZYC 360 e você sintoniza em 5045 KHz
O Governo do Estado do Pará e a Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa) inauguram nesta terça-feira (6), em Marituba, a Rádio Cultura Ondas Tropicais. Depois de 11 anos desativada, a rádio, que foi o primeiro veículo da Funtelpa, reinicia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="redacao">Da Redação<br />
<strong>Secretaria de Comunicação</strong></div>
<div></div>
<div><strong>Rádio Cultura do Pará é  ZYC 360 e você sintoniza em 5045 KHz</strong></div>
<p>O Governo do Estado do Pará e a Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa) inauguram nesta terça-feira (6), em Marituba, a Rádio Cultura Ondas Tropicais. Depois de 11 anos desativada, a rádio, que foi o primeiro veículo da Funtelpa, reinicia suas atividades às 16h, com um programa ao vivo. A Rádio Cultura Ondas Tropicais representa um investimento de R$ 1,18 milhão, com aportes financeiros do governo estadual e de um convênio firmado com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</p>
<p>Com a maior capacidade de alcance comparada com as AMs e FMs, a Rádio Cultura OT diferencia-se pela proposta de atender principalmente o público do interior paraense, trazendo as notícias relevantes para o interior, comunicados e uma programação musical especial. Os dois primeiros programas da grade da Rádio Cultura OT serão norteados por três princípios básicos: serviço, informação e música. A OT é uma ferramenta que se inclui na política de integração do estado defendida pelo governo Ana Júlia Carepa.</p>
<p><span id="more-595"></span></p>
<p>Inicialmente, serão dois programas: “Nas Ondas do Rádio”, veiculado diariamente, das 16h às 18h; e o “Acorda, Pará”, das 6h às 8h da manhã. Estes horários foram escolhidos por serem os melhores horários de recepção da OT.</p>
<p>A Rádio Cultura OT reinicia suas atividades com dois transmissores: o principal, de 10 KHz, e o reserva, de 1KHz. Nas primeiras semanas, a potência do transmissor será avaliada e aumentada gradativamente, até alcançar sua potência máxima. Quando estiver no máximo, o transmissor terá capacidade para alcançar todos os 143 municípios do estado do Pará, e até mesmo outros países da América do Sul e outros continentes, como a Europa.</p>
<p>A Rádio Cultura Onda Tropical possui uma estrutura de transmissão, localizada em Marituba, na antiga Fazenda da Pirelli, e uma estrutura de estúdio, localizada no prédio sede da Funtelpa, em Belém. Em Marituba, estão localizados o transmissor e a antena, que serão interligados ao estúdio através de links. Para a inauguração da rádio, foi montado em Marituba um estúdio de rádio, no qual entrará no ar, ao vivo, o programa “Nas Ondas do Rádio”.</p>
<p><strong>Início, fim e recomeço</strong><br />
A OT é um sistema que transmite ondas por meio de sinais enviados para a troposfera. O sinal é refletido e reenviado para a Terra. A Rádio Cultura Ondas Tropicais nasceu em 1977 e a partir de 1978 entrou definitivamente em operação. A Rádio Cultura chegava aonde não chegava a televisão e nenhum outro veículo de comunicação, a não ser a emissora oficial do Governo do Estado. A emissora sempre foi um veículo com o objetivo de auxiliar os ouvintes onde que eles estivessem.</p>
<p>Em abril de 1998, a Rádio Cultura do Pará Ondas Tropicais foi retirada do ar. Motivo: o Governo do Estado precisou do terreno onde estava instalado o transmissor, e prometeu levar os equipamentos para um outro local, o que não aconteceu, e não se sabe por que não houve interesse por parte das autoridades de dar continuidade de funcionamento à emissora. A Rádio Cultura OT se calou e com ela toda a população paraense que tinha espaço garantido, serviço, informação, entretenimento, cultura e educação.</p>
<p>Mas o que ficou calado durante 11 anos vai voltar a falar para a Amazônia, para o Brasil e para o mundo. A volta da Rádio Cultura Ondas Tropicais já é realidade. A nova administração da Funtelpa, quando assumiu, em 2007, procurou saber da situação da concessão da emissora e descobriu que havia a possibilidade de a mesma voltar a funcionar. Após um trabalho árduo de muita luta e pesquisa, o que parecia um sonho está se tornando realidade: a Onda Tropical volta a funcionar já em 2009, graças ao esforço da presidência da Funtelpa, que conseguiu financiamento para a compra de equipamentos. A população paraense, em muitos municípios distantes onde nem a televisão e nenhum outro tipo de comunicação chega, voltará a contar com a presença da Rádio Cultura OT.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sérgio Amadeu: O que queremos na Conferência Nacional de Comunicação?</title>
		<link>http://plima.bandolo.net/2009/09/19/sergio-amadeu-o-que-queremos-na-conferencia-nacional-de-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 16:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[blogs]]></category>

		<category><![CDATA[cultura digital]]></category>

		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[do Trezentos de Sérgio Amadeu





A conjuntura política nas vésperas da primeira conferência nacional de comunicação é bastante complexa. O ciberespaço se mostra cada vez mais envolvente e presente nas disputas políticas de nossa sociedade. Ativistas conseguem articular uma grande reação ao projeto de criminalização de práticas cotidianas na Internet defendido pelo Senador Azeredo. Todavia, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="entry-author"><span class="entry-source-title-parent">do <a class="entry-source-title" href="http://www.google.com.br/reader/view/feed/http%3A%2F%2Fwww.trezentos.blog.br%2F%3Ffeed%3Drss2" target="_blank">Trezentos</a></span> <span class="entry-author-parent">de <span class="entry-author-name">Sérgio Amadeu</span></span></div>
<div class="entry-body">
<div>
<div class="item-body">
<div>
<p><img src="http://www.trezentos.blog.br/wp-content/uploads/conferencia_comunicacao2-300x220.jpg" alt="conferencia_comunicacao2" width="300" height="220" /></p>
<p>A conjuntura política nas vésperas da primeira conferência nacional de comunicação é bastante complexa. O ciberespaço se mostra cada vez mais envolvente e presente nas disputas políticas de nossa sociedade. Ativistas conseguem articular uma grande reação ao projeto de criminalização de práticas cotidianas na Internet defendido pelo Senador Azeredo. Todavia, as velhas forças políticas oligárquicas usam sua força ideológica nas camadas médias do país para articular uma nova direita, agora conectada. Alguns blogueiros, ditos modernos, unem-se as celebridades dos mass media e políticos do PFL para apresentarem-se como inocentes comentaristas dessas nova esfera pública. A velha Globo percebe a importância das redes sociais e organiza a “espontânea” entrada e seus atores e artistas no Twitter seguindo um manual de condutas.</p>
<p><span id="more-590"></span></p>
<p>Ali Kamel, o prestigiado intelectual da Globo, destila a cada dia as premissas ideológicas do combate à Internet e prepara o discurso de suas tropas de desembarque no mundo das redes: <a href="http://www.imil.org.br/artigos/copyright/" target="_blank">“… a crença de que a internet, por natureza, é um espaço sem dono, livre, democrático. Não é verdade: não existem terras de ninguém. “… a crença de que a internet, por natureza, é um espaço sem dono, livre, democrático. Não é verdade: não existem terras de ninguém. O que tem prevalecido é uma terra com novos donos que, até aqui, têm tido êxito em chamar de liberdade o que é puro roubo.”</a></p>
<p>Neste cenário, os movimentos sociais e as forças populares discutem uma agenda para a conferência de comunicação colocando o seu foco em temas que dizem respeito ao controle público e democrático das comunicações de massa.</p>
<p>Contudo, o momento atual das comunicações é de transição para o mundo das redes. Até a TV caminha para a digitalização de suas transmissões. A chamada convergência, a mobilidade e a ubiquidade das comunicações precisa entrar nas preocupações daqueles que discutem a conferência. Do contrário, poderemos gastar energia demasiada para regulamentar apenas sombras e não seus agentes. O cenário e o poder comunicacional está mudando.</p>
<p>Minha sugestão para esta conferência de comunicação ficará circunscrita a nova agenda, o que não quer dizer que não devemos tratar dos déficits democráticos da comunicação de massa.</p>
<p>Seguem alguns pontos que considero essenciais na nova agenda da comunicação:</p>
<p><strong>BANDA LARGA</strong></p>
<p>1) Bandalargar todo o país, como condição básica e mínima para garantir o acesso das comunidades à comunicação em rede.</p>
<p><strong>REDES ABERTAS</strong></p>
<p>2) Incentivar a construção de redes wireless abertas de conexão à internet em todos os municípios (propor um programa do governo federal para financiar esta estrutura de conectividade indispensável para a inclusão digital e para reduzir o custo Brasil das telecomunicações).</p>
<p><strong>OPEN SPECTRUM E OCUPAÇÃO DIGITAL COMUNITÁRIA DAS FREQUÊNCIAS NÃO-OCUPADAS</strong></p>
<p>3) Defender a ocupação de faixas de frequência para uso digital comum, seja para rádios livres, provedores locais de acesso à internet e para coletivos culturais, sem necessidade de autorização do Estado, desde que os aparelhos utilizados sejam homologados pelo órgão fiscalizador.</p>
<p>Atualmente, com o uso de tecnologias digitais não precisamos mais ter um modelo de ocupação das frequências de rádio baseado na concessão de cada frequência para um único operador.</p>
<p>Os rádios transmissores digitais são inteligentes e operados por software. Desse modo, não interferem nas transmissões de outros usuários da mesma frequência. Você já pode ver isto com os pontos de conexão wireless. Muitas vezes podemos ver nos aeroportos dezenas de pessoas conectadas a internet emum único roteador. Elas, em geral, estão usando as mesmas frequências de ondas de rádio e o fluxo de dados de um computador não interfere nos outros.</p>
<p>Nos Estado Unidos, no ano passado, a FCC (órgão regulador das telecomunicações norte-americanas) aprovou o uso das frequências não-ocupadas entre os canais da TV Digital pelas comunidades locais. A única exigência é usar somente aparelhos transmissores digitais que tenham sido homologados por eles, ou seja, que comprovem que tem qualidade para não criar interferências e ruídos. Esta nova política de ocupação do espectro radioelétrico foi denominada de “espaços em branco” (White Spaces)</p>
<p>Para saber mais, seguem alguns links (infelizmente somente em inglês):</p>
<p>FCC opens free ‘white space’ spectrum<br />
<a href="http://news.cnet.com/8301-1035_3-10082505-94.html" target="_blank">http://news.cnet.com/8301-1035_3-10082505-94.html</a></p>
<p>White Spaces: Bringing the Internet to Everyone<br />
<a href="http://www.freepress.net/whitespaces" target="_blank">http://www.freepress.net/whitespaces</a></p>
<p>Wireless at warp speed<br />
From Economist.com<br />
<a href="http://www.economist.com/daily/columns/techview/displayStory.cfm?story_id=12581204" target="_blank">http://www.economist.com/daily/columns/techview/displayStory.cfm?story_id=12581204</a></p>
<p>Wikipedia: white spaces<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/White_spaces_%28radio%29" target="_blank">http://en.wikipedia.org/wiki/White_spaces_(radio)</a></p>
<p><strong>DEFESA DE UMA CARTA DE DIREITOS DIGITAIS DOS CIDADÃOS</strong></p>
<p>4) A todo instante parlamentares conservadores, ligados ao lobby da indústria de copyright e da comunidade de vigilância querem impor restrições absurdas à comunicação em redes digitais.</p>
<p>Por isso, precisamos de produzir um consenso que culmine em uma lei complementar que garanta os direitos dos cidadãos no ciberespaço, ou seja, um conjunto de direitos e garantias para o uso da internet.</p>
<p>Assim, proponho que sejam considerados direitos dos cidadãos na comunicação em redes digitais:</p>
<p>Todos os brasileiros têm o direito ao acesso à Internet sem distinção de renda, classe, credo, raça, cor, opção sexual, sem discriminação física ou cultural</p>
<p>Todos internautas têm o direito à acessibilidade plena, independente das dificuldades físicas ou cognitivas que possam ter.</p>
<p>Todos cidadãos brasileiros têm o direito de abrir suas redes e compartilhar o seu sinal de internet, com ou sem fio.</p>
<p>Todos os cidadãos têm o direito à comunicação não-vigiada.</p>
<p>Todo internauta tem o direito à navegação livre, anônima, sem interferência e sem que seu rastro digital seja identificado e armazenado pelas corporações, pelos governos ou por outras pessoas, sem a sua autorização.</p>
<p>Todo interagente tem o direito de compartilhar arquivos pelas redes P2P sem que nenhuma corporação filtre ou defina o que ele deve ou não comunicar.</p>
<p>Todo cidadão tem o direito que seu computador não seja invadido, nem que seus dados sejam violados por crackers, corporações ou por mecanismos de DRM.</p>
<p>Todo brasileiro tem direito a cópia de arquivos na rede para seu uso justo e não-comercial.</p>
<p>Todo cidadão tem direito de acessar informações públicas em sites da Internet sem discriminação de sistema operacional, navegador ou plataforma computacional utilizada.</p>
<p>Toda pessoa tem o direito a escrever em blogs e participar de redes sociais com seu nome, com codinome ou anonimamente.</p>
<p>Todo blogueiro tem o direito de aceitar ou não comentários anônimos, não sendo responsável pelo seu teor.</p>
<p><strong>VAMOS CONSTRUIR CONJUNTAMENTE NOSSA AÇÃO</strong></p>
<p>Estas são idéias iniciais para apresentarmos na conferência de comunicação. Gostaria de participar com todos vocês da construção de uma política pública para a comunicação na sociedade da informação. O que acham?</p></div>
</div>
</div>
</div>
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