Para acompanhar a Cop 15
Paulo Lima
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A dica é o blog da Juliana Radler, jornalista especialista em meio ambiente e que está por lá!
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Paulo Lima
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A dica é o blog da Juliana Radler, jornalista especialista em meio ambiente e que está por lá!
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Paulo Lima

Entre os dia 18 e 20 de novembro, reuniu-se na cidade paraense de Santarém o Conselho do Fórum Social Pan-Amazônico. O objetivo destes dias de trabalho era o de organizar a caminhada rumo ao 5º Fórum Social Pan-Amazônico, que acontecerá nesta mesma cidade em novembro de 2010. Publicamos aqui a carta produzida pelos participantes deste encontro.
Diante do descalabro promovido pelo “desenvolvimento” no bioma amazônico, diante dos riscos de escala mundial implicados pela agressão constante e feroz à floresta, aos rios, à biodiversidade e às populações da Amazônia, a luta pela defesa de sua gloriosa natureza se fortalece.
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Paulo Lima

A conjuntura política nas vésperas da primeira conferência nacional de comunicação é bastante complexa. O ciberespaço se mostra cada vez mais envolvente e presente nas disputas políticas de nossa sociedade. Ativistas conseguem articular uma grande reação ao projeto de criminalização de práticas cotidianas na Internet defendido pelo Senador Azeredo. Todavia, as velhas forças políticas oligárquicas usam sua força ideológica nas camadas médias do país para articular uma nova direita, agora conectada. Alguns blogueiros, ditos modernos, unem-se as celebridades dos mass media e políticos do PFL para apresentarem-se como inocentes comentaristas dessas nova esfera pública. A velha Globo percebe a importância das redes sociais e organiza a “espontânea” entrada e seus atores e artistas no Twitter seguindo um manual de condutas.
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Paulo Lima

O Pontão de Cultura Digital do Tapajós, com apoio do IESPES, convida para um debate sobre a I Conferência Nacional de Comunicação.
Você está satisfeito e satisfeita com a programação da sua TV? Sabia que as concessões de rádio e TV são públicas e que você poderia participar e opinar sobre o conteúdo que elas veiculam? Acha justo e democrático que a liberdade de expressão seja um direito de oito famílias e que o povo brasileiro tenha como única opção desligar a TV ou trocar de canal? Quase 60% das verbas publicitárias são destinadas a uma única emissora de televisão! Como ficam as emissoras públicas, educativas e comunitárias? Você sabia que estão querendo acabar com a liberdade na Internet? E o que tudo isso tem a ver com você?
A comunicação, assim como a educação, a saúde, a moradia, é um direito humano que deve ser exercido por todos e todas. Historicamente, no entanto, as políticas de comunicação no Brasil têm sido definidas sem a participação democrática da sociedade. Como resultado, temos um cenário de grande concentração dos meios de comunicação e poucos espaços de participação pública nas discussões sobre o setor.
A Conferência Nacional de Comunicação
Neste ano, pela primeira vez, haverá a oportunidade de mudar o cenário existente. Nos dias 1, 2 e 3 de dezembro será realizada a I Conferência Nacional de Comunicação – Confecom, com o tema “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital”. A Confecom será um espaço em que os cidadãos e cidadãs brasileiros poderão, pela primeira vez, apresentar suas demandas e propostas para políticas públicas de comunicação.
Palestrantes:
Marcos Urupá – Conferência Estadual de Comunicação / Coletivo Intervozes
Padre Edilberto Sena – Rádio Rural de Santarém
Sampaio Brelaz – TV Tapajós
Marcos Mota – Rádios comunitárias (FAOR)
Sergio Costa - Diretor de Mídia Comunitária - Secretaria de Comunicação do Estado do Pará
Moderação Paulo Lima
apoio:

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Paulo Lima
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Paulo Lima
Num post de fevereiro deste ano eu falava da importância para a Amazônia do trabalho do jornalista Lúcio Flávio Pinto. Afirmava e cada vez estou mais convencido, por viver na Amazônia, que ele “é a melhor fonte para compreender a Amazônia em sua complexidade e a histórica incompreensão dela pelo Brasil.”
Repórter e editor do Jornal Pessoal, de Belém do Pará, Lúcio Flávio Pinto, foi condenado pelo juiz Raimundo das Chagas Filho, da 4ª Vara Cível da capital, a pagar uma indenização de R$ 30 mil aos irmãos Romulo Maiorana Júnior e Ronaldo Maiorana, proprietários das Organizações Romulo Maiorana, uma das empresas de comunicação mais influentes da Região Norte, cuja emisssora de TV é afiliada à Rede Globo. A sentença, expedida no último dia 6 de junho de 2009, refere-se a uma das quatro ações indenizatórias movidas pelos irmãos contra o jornalista que, em 2005, publicou artigo em um livro organizado pelo jornalista italiano Maurizio Chierici, depois reproduzido no Jornal Pessoal, no qual abordava as atividades de contrabandista do fundador das ORM, Romulo Maiorana, nos anos de 1950, o qu e teria motivado a ação, pois os irmãos consideraram ofensivo o tratamento dispensado à memória do pai. Além da indenização por supostos danos morais, o juiz ainda obriga o jornalista a não mais referir-se aos irmãos em seus próximos artigos.
Se você também fica indignado com essa condenação junte-se ao manifesto de solidariedade em :
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Paulo Lima
Recebi do Giuseppe Cocco, sociólogo italiano radicado há muitos anos no Rio de Janeiro, uma interessante cacetada na grande mídia. Vale a leitura:
A crise da política é crise da representação e da grande mídia
Giuseppe Cocco
Rio de Janeiro, 30 de junho de 2009
Nesse final de década, a política está em crise, nos dizem com insistência as vicissitudes político-eleitorais oriundas da velha Europa e, com mais insistência, nos diz a auto-proclamada “opinião pública” brasileira. Na realidade, a dita “opinião pública” coaduna toda a grande mídia e os setores sociais ultra minoritários de uma elite ultra conservadora que, tautologicamente, “forma a opinião” e “é a opinião”.
Com efeito, a “política” está em crise, no mundo todo.
Com certeza, essa crise constitui uma ameaça à democracia e à paz.
Sem dúvidas, uma das formas mais perigosas dessa ameaça é constituída pela postura da grande mídia no Brasil.
Na realidade, a política que está em crise é aquela do poder, de sua economia, de sua ideologia e de sua verdade: seus títulos e obrigações se tornaram tóxicos!
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