C’est ça!

saídas e bandeiras

January 24th, 2008 by Paulo Lima

Você amigo/amiga, leitor/leitora. É para você este post.

Eu não faleci nem abandonei o blog. Ainda. É fato. Tenho novas histórias e novos silêncios interessantes. Tenho a história do atentado, a máfia russa, o cão… mas parece que essa história será narrada por outro blog, veremos. Tenho que escrever sobre o Multidão do Garcia-Roza e sobre a constatação de que todo mundo escreve, em todos os tempos para todo mundo e que todo mundo é muito pouca gente. E tem a máfia russa, o Espinosa, a crise, o futuro, o passado.

Só não quero falar sobre o dia-a-dia.

Então qualquer dia escrevo de novo. Obrigado pela compreensão, prezado (a) leitor/leitora.

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parte del aire

January 13th, 2008 by Paulo Lima

Lo pensó dos veces y se marchó

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arrigo barnabé

January 9th, 2008 by Paulo Lima

Muito tempo passa, rápido.

Ou é todo o tempo que passa, o tempo todo?

Eu resolvi escrever umas coisas para mim mesmo para recebê-las anos depois. Usei o Futureme.org. Escrevi algumas coisas, muito teste, em 2005. Recebi hoje. Hoje escrevi novas coisas, sensações, para receber em 2010.

Sexta, 11, tem o Arrigo Barnabé e a Patife Band no Teatro de Arena da Caixa Cultural
Av. Almirante Barroso, nº 25, 19h30.

Valeu pela dica Tatiana!

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A culpa é do Fidel!

January 7th, 2008 by Paulo Lima

Lendo agora o Jorge Cordeiro no Escriba, vi que ele se amarrou no Meu Nome Não é Johnny. Verei!

Falando de cinema, eu já estava numa “situação de cinema” em relação ao “A culpa é do Fidel“. A história do “situação de cinema” é meio recorrente no meu pensamento. Alegre e jovem e bolsista da Aliança Francesa descobri o “En sortand du cinéma” do Roland Barthes. Um texto curto falando da responsa que é sair de uma sala de cinema e cair dentro “criticando” o filme recém assistido. Naquela época eu traduzi o texto, que não é grande (mas é genial, de 1975). Agora não acho nem o original na internet, nem no google francês… Em rápida pesquisa se constata que o texto é citação frequentíssima e agora só tenho um fragmento dele na cabeça. Fragmento que não sai da cabeça sem cabelo quando saio do cinema. Ontem, quando saí do “A culpa é do Fidel” a sensação foi um pouco mais forte. Tava com a Patrícia que sabe muito mais de cinema que eu e minhas palavras estavam mais pensadas que normalmente. Depois o filme acabou jogando meio forte com as memórias de quem viveu — de rebarba — a porra louquice dos 70, criança. Eu parei de escrever sobre cinema, me levando a sério, tempos idos. Hoje digo, com gosto: que bom que a culpa é do Fidel! Vê lá e presta atenção na cena deliciosa das crianças dentro do carro com napalm, guerra nuclear, barbudos, Allende, Franco e, por fim, o Papai Noel.

A culpa é do Fidel!

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