C’est ça!

movimento:bicicleta

October 21st, 2007 by Paulo Lima

Bicicleta, foto Patricia Cornils. (amazônia, out. 2007).

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deixa estar

October 13th, 2007 by Paulo Lima

Em comentário recente Saliel Figueira Filho tergiversa, com a elegância de sempre. Eu respondo com samba. Baden & Vinicius:

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Mas meu bem deixa estar
Tempo vai, tempo vem
E quando um dia esse tempo voltar
Eu nem quero pensar
No que vai ser
Até o sol raiar

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a beleza está no detalhe

October 12th, 2007 by Paulo Lima
From janela

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sobre a direção do tempo

October 9th, 2007 by Paulo Lima

“tempus aevi imaginem” (0)

Estava preparado para um importante e definitivo debate com o Saliel. A discussão, ainda em aberto, seria sobre o tempo, no Caçador, segundo lar de Saliel. Kant, com um vento forte no quarto, caiu sobre minha cabeça. Tive sorte, era uma brochura que o citava. Kant, no ímpeto de me fornecer boa argumentação, indicou-me a necessidade de revisitar a Crítica da Razão Pura. Sei que muitos são os especialistas em Kant, entre amigos inclusive, mas me permito, de maneira não mais que marota, relembrá-lo e provocar a real e necessária discussão sobre a vida. Cada dia é um dia a menos?

Kant

“Claro que o tempo é algo real, a saber, a forma real da intuição interna”(1).

Mas o próprio Kant lembrou, num rodapé no Apêndice do indispensável “Prolegomena a qualquer futura Metafísica”, que há um tipo de conhecimento a priori associado com os sentidos. Ou seja, espaço e tempo são formas de intuição sensível. Importantes para a representação de coisas empíricas, como o teste. Dizia um especialista que:

“qualquer objeto da experiência precisa ser representado em espaço e tempo. A geometria é a ciência do espaço e a aritmética a ciência do tempo, e suas proposições são verdades necessárias relativas aos objetos no espaço e no tempo. Enfim, nós raciocinamos sobre as condições de representação, e a intuição intelectual torna-se dispensável. No entanto, fora do espaço e do tempo elas não são absolutamente necessárias. (2)

Mas, sobretudo concordo com Berdiaeff: “O tempo cósmico é calculado matematicamente sobre o movimento de rotação em torno do sol. Com ele se estabelecem os calendários e os relógios. Ele é simbolizado por um turbilhão. O tempo histórico está como que encaixado no tempo cósmico e se pode contá-lo matematicamente por dezenas de anos, por séculos, por milênios. Nenhum fato, porém, pode nele se repetir. Está simbolizado por uma linha dirigida para o futuro, para a novidade. O tempo existencial não se calcula matematicamente. Seu curso depende da intensidade com a qual se vive nele, depende de nossos sofrimentos e de nossas alegrias”(3)

Se o tempo é, pois, algo que não se calcula e sequer se pode, concretamente sentir, ele não caminha ordenadamente, cartesianamente ou sequencialmente. Razão pela qual termino minha colaboração à tão importante questão com o Padre Antônio Vieira:

“Nem todos os anos que passam se vivem: uma coisa é contar os anos, outra é vivê-los”

E esse ano eu não vivi.

0 - Apuleio: o tempo é a imagem da eternidade.

1 -Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura

2 - McTaggart, John Ellis: The Unreality of Time

3- Nicolas Berdiaev ou Berdjaev ou Berdiaeff (Nicolaï Aleksandrovitch)

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Sobre nomes e domínios em tempo de governança da internet

October 9th, 2007 by Paulo Lima

Tem alguma chance do Viadeo pegar no Brasil? Aí, você tá no Viadeo? Deixei um recadinho no teu Viadeo. Sua foto no Viadeo tá muito linda! É um prato cheio para melhor criador de trocadilhos que eu conheço que é o Ricardo Paes. Ricardo, você, com certeza tá no Viadeo!

Post Scriptum: Descobri que o Ricardo tem um blog que ele ainda não divulgou. Vai aí, o furo de reportagem: http://rpaes62.wordpress.com/ 

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raios

October 5th, 2007 by Paulo Lima

Lendo, como faço religiosamente, o Jornal da Cidade de Bauru, descobri que o raio que causou um apagão espetacular em março de 1999, não foi um raio. E só. A conclusão, sete anos depois, que o INPE divulga é que não foi um raio. Então o que foi?

Raio de Bauru não causou o apagão no País em 1999

Depois de mais de sete anos, um estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) concluiu que o blecaute de março de 1999, considerado o maior do Brasil em número de atingidos, não foi provocado pela queda de um raio em Bauru. Ou seja, o apagão que na época foi creditado “ao raio de Bauru”, não foi causado por descarga elétrica. Porém, o estudo não aponta a causa do blecaute.

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sertão

October 1st, 2007 by Paulo Lima

“O Sertão é assim. De repente, ele está dentro da gente”

(Guimarães Rosa)

sertão

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