Aos vivos
Paulo Lima
Sobre essa coisa de estar vivo, muito vivo:
Eu sempre fui mal informado sobre muitas coisas, em especial sobre blogs. Me informo sobre coisas muito específicas. Já estive mais vivo, já estive mais morto. Nunca estive tecnicamente morto, como inventou o Paulo Francis e esse é o meu maior temor. Um amigo dizia, deve dizer ainda: “um dia tem, outro não tem”. E aí seguia numa longa estratagema de fazer com que seu vizinho não notasse que ele poderia estar num momento bom pois poderia dar azar. Eu não tenho disciplina, daí que um dia tem.. outro não tem…
O bom, de estar vivo, é que volto a poder ler a Meg e as citações dos livros e filósofos que eu pensei que só eu tinha lido, porque trabalhei em biblioteca e não tinha nada pra fazer. Prazer bom. Viva!
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March 29th, 2007 at 10:31 am
Querido Paulo:
Já morri muitas vezes. Por três anos estive tecnicamente morta, sim (acho que entendo o que seja isso; revivi mais vezes que morri e todos os *reborns” (?) foram sempre excelentemente ricos.
Desta vez, a única em que não morri, pois jamais vi o morto anunciar que morreu (go figure!) tive duas riquezas: a de reconhecer - quem de fato eram Amigos - e a de saber que o Amor existe.
—-
Obrigada pelas palavras mais lindas que já disseram e que já li a respeito.
Quem sabe, pode!
hohoho.
Um beijo
Meg
March 29th, 2007 at 4:56 pm
[...] [...]
March 30th, 2007 at 12:14 am
[...] , Isto aqui ô..ô…é muuuuuito gostoso de ler. Obrigada, Plima, you’ve made my day!. [...]
March 30th, 2007 at 8:16 pm
“O bom, de estar vivo, é que volto a poder ler a Meg…” assino embaixo, em cima, dos lados…