bela linda criatura
Paulo Lima
Apenas apanhei na beira-mar
Um táxi pra estação lunar
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Paulo Lima
Apenas apanhei na beira-mar
Um táxi pra estação lunar
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Paulo Lima
O sol, no Rio de Janeiro, se pôs, hoje, exatamente atrás do Corcovado. Pelo menos de onde eu vi. Resolvi que era para dizer para eu nunca sair daqui. O sábado tava de matar qualquer apaixonado por essa cidade. Daí, véspera de Flamengo e Vasco. Daí lembro do Aldir Blanc. Começo a ouvir um presente de aniversário do ano passado. Vida Noturna.
” Num dia azul de verão sinto vento
há folhas no meu coração é o tempo
recordo um amor que eu perdi”
Daí penso no tempo. Meia idade. Quase crise. Concluo, depois de ouvir o cd, que entendo o que se passa daqui pra frente. Começa a fazer sentido. Não é um cachaceiro boa praça. Primeiro baque. Os flamenguistas que me perdoem. Mas quem escreve Vida Noturna não é menos que genial. E trato de entender o tempo:
“Batidas na porta da frente
é o tempo
Eu bebo um pouquinho pra ter
argumento
Mas fico sem jeito, calado
ele ri
Ele zomba de quanto eu chorei
porque sabe passar
e eu não sei”
Melhor ainda, descobrir que:
“hoje eu estou de bem comigo
E isso é difícil
Ah, vida noturna
Eu sou a borboleta mais vadia
Na doce flor da tua hipocrisia”
E larguei minhas cigarrilhas…
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Paulo Lima
Recife é, de fato, lugar de pensar o planeta. Daí que pensar o planeta é pensar a internet. E, já! Uma boa programação para quem estiver por lá segunda e terça é esse encontro bolado pelo Ministério da Cultura:
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Paulo Lima
Arranca o ano! Chega de festa pra mim. Concentro-me. Não penso muito no tempo, fase difícil essa, segundo o Bandolo Mestre. Já Marial diz que é melhor começar uma década do que terminá-la. Eu não entendi isso… se termino uma ao começar a outra os sentimentos se equivalem! Nunca tinha ganho presentes de carnaval. Dois Montalbán (Galíndez, de 1990 e Erec y Enide, de 2002). Agora tenho umas 1500 páginas de Montalbán para ler. Ganhei um vinho espanhol do Bandolo Mestre (sujeito elegante que visitou minha humilde residência). Dois bonequinhos de dedo da patagônia (um representa o bem, outro, o indefinido…). Um 43 de um litro do Tapuia (que promete seu blog para breve). E tomei algumas decisões hoje pela manhã. Agora é irreversível.
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Paulo Lima
Dúvida de terça de carnaval: “Rio Maracatú ou Vem nimim que eu sou facinho”? Sou facinho?
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Paulo Lima
O por do sol vai renovar brilhar de novo o seu sorriso
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