opa, como é que tá?
bandolo
Teresina. Calor. Cajuína. Um banzo de voltar pra casa. A imaginação/criatividade ficou lá, ou tá por aí. Sem assunto. Quando falo demais perco a orientação.
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bandolo
Teresina. Calor. Cajuína. Um banzo de voltar pra casa. A imaginação/criatividade ficou lá, ou tá por aí. Sem assunto. Quando falo demais perco a orientação.
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bandolo

Tom Jobim - Imagina (valsa Sentimental)
Antonio Carlos Jobim / Chico Buarque
Imagina, imagina
Hoje
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bandolo
O Dalba foi lá para casa. Avisou que vai escrever mais nos blogs e contar a verdade sobre o que aconteceu em Boipeba. Eu acordei querendo saber de 2011. Como será a vida em 2011? Não a vida em geral, a minha vida.
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bandolo
Nunca pensei muito sobre o futuro. Na verdade a frase é incorreta. Passei tempos pensando num futuro longínquo, onde seria um vovô boa praça que ia ensinar um monte de coisas pros netos (a qualidade do ensinamento pode ser duvidosa, ensinar a jogar ronda, por exemplo, poker de dados, nunca vi uma crinça que não vicia…).
Hoje em dia, com um filho de 18 anos, acho que é melhor que isso não comece tão cedo… Daí que voltei a pensar no futuro. Um pouco a partir do presente. Não é simples o raciocínio. Daí, do projeto temerário sobre a coisa do avô, até Goa é um caminho distante. Eu sempre quis ir à Goa. Goa, como muito das coisas que eu gosto de graça, sem motivo, soa bem. É mistério. Daí que agora eu sei tudo sobre Goa hoje em dia. Se você quiser saber sobre como está Goa, visite o blog do Fredéric Noronha (diz-se Noronhá…). Se quiser comentar é só escolher uma língua, ele fala uma dezena delas… Em Goa, falando com os mais antigos, seu português deve ter melhorado muito.
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bandolo
Chopp com o Ricardo Pessanha, bom amigo, grande fotógrafo e vice-versa. Conheci o Patato, presente do Ricardo (Valeu!!!). É o que ouço, o tempo todo, até alguém reclamar…

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bandolo
Não escrevo crítica de cinema há muito tempo. Bem mais difícil do que se imagina. Nem vou escrever, estou sob o impacto do filme, ainda que tardio. Sempre neguei Vinícius, nos sábados. Sábado é, por causa dele, dia de tudo. Eu não gosto do sábado em público. Sábado, eu faço meu. É o meu dia de solidão, dia do meu livro, de meu escrito, do meu cochilo, das minhas esquisitises. Não sou óbvio. Daí, por causa do Vinícius parei pra ver ver o filme sobre ele. Soneto da separação. Eu vejo extra de dvd. Camila Morgado, melhor que ela não exista de verdade, insuportáveis aquelas lágrimas. No fim, entendi. Vinicius trabalhava no cerne do afeto, diz Gil. A mulher é a mesma. Ela, a indefinida, a que merece aquela sensação toda, a única, aquela…
Canto de Ossanha
(Baden Powell e Vinícius de Moraes)
O homem que diz “dou” não dá
Porque quem dá mesmo não diz
O homem que diz “vou” não vai
Porque quando foi já não quis
O homem que diz “sou” não é
Porque quem é mesmo é “não sou”
O homem que diz “tô” não tá
Porque ninguém tá quando quer
Coitado do homem que cai
No canto de Ossanha, traidor
Coitado do homem que vai
Atrás de mandinga de amor
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Vai, vai, vai, vai, não vou
Que eu não sou ninguém de ir
Em conversa de esquecer
A tristeza de um amor que passou
Não, eu só vou se for pra ver
Uma estrela aparecer
Na manhã de um novo amor
Amigo senhor, saravá,
Xangô me mandou lhe dizer
Se é canto de Ossanha, não vá
Que muito vai se arrepender
Pergunte ao seu Orixá, o amor só é bom se doer
Pergunte ao seu Orixá o amor só é bom se doer
Vai, vai, vai, vai, amar
Vai, vai, vai, sofrer
Vai, vai, vai, vai, chorar
Vai, vai, vai, dizer
Que eu não sou ninguém de ir
Em conversa de esquecer
A tristeza de um amor que passou
Não, eu só vou se for pra ver
Uma estrela aparecer
Na manhã de um novo amor
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