Goa
bandolo
Nunca pensei muito sobre o futuro. Na verdade a frase é incorreta. Passei tempos pensando num futuro longínquo, onde seria um vovô boa praça que ia ensinar um monte de coisas pros netos (a qualidade do ensinamento pode ser duvidosa, ensinar a jogar ronda, por exemplo, poker de dados, nunca vi uma crinça que não vicia…).
Hoje em dia, com um filho de 18 anos, acho que é melhor que isso não comece tão cedo… Daí que voltei a pensar no futuro. Um pouco a partir do presente. Não é simples o raciocínio. Daí, do projeto temerário sobre a coisa do avô, até Goa é um caminho distante. Eu sempre quis ir à Goa. Goa, como muito das coisas que eu gosto de graça, sem motivo, soa bem. É mistério. Daí que agora eu sei tudo sobre Goa hoje em dia. Se você quiser saber sobre como está Goa, visite o blog do Fredéric Noronha (diz-se Noronhá…). Se quiser comentar é só escolher uma língua, ele fala uma dezena delas… Em Goa, falando com os mais antigos, seu português deve ter melhorado muito.
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