2007
bandolo
Das coisas que eu teria feito errado, a que eu fiz mais certo foi o Hugo. Minha juventude foi assim, toda errada. Ou melhor, sempre alguém dizia que estava errado. Estudei história… Escolha errada, não sou médico nem advogado. Fiz um filho, certo que era errado e era bom com 21 anos. Dei aula de matemática, fiz artesanato, vendi, comprei, trabalhei em banco, saí do banco quatro meses depois. Nunca nada pareceu ser alguma barreira, nunca entendi a ausência de dificuldades para as minhas escolhas “erradas”. Eu não aconselho mais. Eu agradeço a sorte que tive. Um anjo mais velho me ajuda, meu irmão, minha vó, minha tia. Sei lá do meu pai. Acho que ele se ocupa dele, mesmo morto. 2006 minha vida mudou mesmo. Começo a ver que a vida do meu filho começou e ele vai me inspirando, sendo o centro das atenções, eu descanso. Eu mimo, faço comida e deixo dormir até as 4 da tarde. Faço tudo errado, não reprimo. Mas o olhar dele, com as mesmas dúvidas que ainda tenho, é melhor do que era o meu, tem a confiança de que o importa é o futuro que ele significa. Ainda bem que ele não lê esse brog…
2007 na veia, precisamos disso logo.

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September 28th, 2007 at 3:10 pm
[...] chamava moço, também se chamava estrada”, voltou. Horas intensamente divertidas com o seu Hugo, suas história e sua companhia. De tudo se faz canção e o coração na curva de um rio, rio, [...]